sábado, 21 de Novembro de 2009

In a manner of speaking

Porque simplesmente adoro esta música e a proposito da vinda do grupo a Portugal:
4 de Dezembro no Aula Magna em Lisboa
5 de Dezembro no teatro Sá da Bandeira no Porto




Bom fim de semana a todos

Apresentação Inaugural do Núcleo do Porto da Amnistia Internacional

http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Amnistia-Internacional-abriu-nucleo-no-Porto.rtp&headline=20&visual=9&article=295330&tm=8

Ilhas, Marxismo e ditadura

Durante a entrevista com o Professor Helder Pacheco (historiador de renome da cidade do porto) falamos de uma possivel solução das ilhas. Aqui fica um excerto comico mas bastante real de como o estado novo via a situação.

"Eles elaboraram um projecto que consistia na criação de um bloco proximo das ilhas, e em que bloco esse com 200 habitações. A ideia era de ir as ilhas, e retirar as pessoas da ilha para o bloco, depois fazer obras na ilha com um projecto de arquitectura que a transforma num bairro, e depois realojar as pessoas que estavam no bloco de novo na ilha (que já não é uma ilha, mas sim um bairro).
(...)
O que inviabilizou este modelo foi o facto de eles se terem inspirado num bairro de viena chamado Viena Vermelha, onde havia blocos deste género que se chamavam Karl Marx Off. Quando o presidente descobriu isso ficou furioso, e disse publicamente que não permitia que se avançasse com o modelo, pois iam construir ilhas aéreas e que não podia aceitar-se um caravanzaralho (vem de Caravanzarai tenda dos beduínos onde são guardados animais).
Por outro lado o estado novo não estava interessado em construir habitação social pois não queria concentrações de população, muito menos as de operários. Interessava era dissolve-las e espalha-las pela periferia da cidade, de modo a que o centro pudesse ser ocupado pelo capital monopolista composto pela banca, serviços e escritórios que é o que ainda temos hoje. Eu diria que em vez de ser planeada a qualidade de vida e o futuro da cidade, eles planificaram a sua destruição em função de interesses. (...)
É uma conspiração contra a cidade"

Fabulosa entrevista com momentos geniais

sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

Lenin 2

Para quem se recusa a aceitar os factos

Estudos sobre V.I.Lenin



A intensidade da Cólera de Lenin em carta:

Comrades! The insurrection of five Kulak districts should be pitilessly supressed. The interests of the whole revolution require this because ‘the last decisive battle’ with the kulaks is now under way everywhere. As example must be demonstrated.
1- Hang( and make sure that the hanging takes place in full view of the people) no fewer than one hundred known kulaks, rich moen, bloodsuckers.
2- Publish theirn names.
3- Seize all their grain from them.
4- Designate hostages in accordance with yesterday’s telegram.
Do it such a fashion that for hundreds of kilometres around the people might see, tremble, know, shout : they are strangling and will strangle to death the bloodsucking Kulaks.
Telegraph receipt and implementation.
Yours, Lenin.
Find some truly hard people.

« These words were so schocking in tone and content that they were kept secret during the Soviet period. The lax definition of victims – ‘kulaks, rich men, bloodsuckers’ – was a virtual guarantee that abuse would occur. The entire message invited such abuse. Persons were to be judicially murdered simply for belonging to a social category.
Indeed Lenin was treating whole areas of Penza province as ‘Kulak districts’. By his extravagant language he increased the hazard of armed units marching into villages and treating everyone as kulaks. He wanted to intimidate the whole rural population, not just the rich minority. »

Havia nele um certo prazer no terror que queria implementar :

I tis devilishly important to finish off Yudenich( precisely to finish him off: give him a thorough beating). If the offensive[ by him] hás started, isn’t it posible to mobilise 20 thousand Petrograd workers plus 10 thousand bourgeois, place artillery behind them, shoot several hundred and achieve a real mass impacto n Yudenich? “

Retirado de “ Lenin, a biography “ de Robert Service.

quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

HOJE:


terça-feira, 17 de Novembro de 2009

# 36 às terças

Quando a vida embeleza a literatura, lembrando que nem tudo é alea (ou que se calhar até o é). Pilar del Río, na Pública de domingo.

“Quando é que percebeu a sua vida tinha mudado por causa do encontro com José?
Quando nos encontrámos. No dia seguinte telefonou-me para pedir a minha morada. Na época tinha um meio namorado, e quando cheguei a Espanha disse-lhe que já não o queria ver mais. Fiquei livre, sem relações, sem amante. Sabia que algo ia acontecer. E aconteceu: uns meses depois, José chegou, sem que tivesse havido uma carta, uma comunicação, nada. Apareceu em Sevilha. Eu sabia que ia aparecer, mais tarde ou mais cedo.

Como é que sabia?
Sabia. E de Junho a Novembro, que foi quando chegou o José, não houve mais ninguém na minha vida. Ninguém se podia aproximar. Eu estava à espera dele.

Por que é que a impressionou tanto?
Não me impressionou. Éramos tão parecidos, partilhávamos tanta coisa que era impossível que não as compartilhássemos. Não o conhecia pelas duas horas que passei com ele, conhecia-o pelo que escrevia.

O que é que conhecia? Nesses meses, continuou a procurá-lo a partir do que ele escrevia?
Não podia. Em espanhol estavam apenas traduzidos dois livros, o Memorial do Convento e o Ano da Morte de Ricardo Reis. Quando nos conhecemos, ele estava a escrever A Jangada de Pedra. Está lá descrito o nosso encontro: de outra maneira, noutro sítio, mas há uma mulher, e de repente ele sabe que é aquela a mulher, que tem de ser. Ele sabe que algo se passou, e ela sabe, não se verbaliza, mas ambos preparam as suas vidas.”

segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

Errâncias - as fotografias publicáveis


O Errâncias!



Vista de casa da Rosa.


Estação de Mosteirô.





Serra do Montemuro.

domingo, 15 de Novembro de 2009

Clubbing

Para quem ficou na cidade foi mais ou menos assim

Trio Bestança com Inês Dedilhado

"Já fui a Pinhel, Cinfães e Pocinho
fui-te conhecendo, bem devagarinho
Ah!, fui um bom amante
sou sempre um Errante..."

Protagonistas do Errâncias

- Belas paisagens
- Chuva :D
- Job
- Subida a penhascos
- Uma meia preta
- Uma carrinha vermelha
- Olhares fulminantes de senhoras da terra
- Poesia e rimas
- Um café Convívio
- Bestança
- Lareira
- Chapéus que não lembram a ninguém
- Telepatia
- Uma aldeia adormecida
- Muita música


E o Minis!


"Separam-nos facas
separam-nos fatwas
pai-nossos e datas
e excomunhões
acondicionando paixões"

sábado, 14 de Novembro de 2009

CONFERÊNCIA "JORNALISMO NA UNIVERSIDADE: ENTRE O AMADORISMO E O PROFISSIONAL" DIA 19 NOVEMBRO, SALÃO NOBRE FDUP 14h30

quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

A Bela Italia de Franco Battiato


Para quem gosta de musica Italiana, aqui está Franco Battiato, uma pessoa que acompanho já há alguns anos, mas que só recentemente conheci os videoclips. Todos eles obras fantásticas, cheias de cor, esperança, imaginação e sonho



Não vou deixar aqui todos eles, mas deixo estes dois que expressam bem a sua arte.



Até Quarta.

Marcelo D2

Como todos sabemos o Dr Marcelo vem a cidade. No blog dele vi este vídeo e não resisti a partilhar convosco.

terça-feira, 10 de Novembro de 2009

#35 às terças

JUSTIÇA
.
Roubei-me ao mundo um dia,
roubou-me o mundo a noite.
.
originariamente, aqui

segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

REUNIÃO

ESTA QUARTA-FEIRA, 13H, NO LOCAL HABITUAL. :)

saudades do Muro

«A derrota do socialismo, com o desaparecimento da União Soviética e da comunidade socialista do Leste da Europa, constituiu uma tragédia, não apenas para os povos desses países mas para toda a humanidade: com o capitalismo dominante, o mundo é, hoje, menos democrático, menos livre, menos justo, menos fraterno, menos solidário, menos pacífico.» in Avante

diz isto a um polaco. ou a um lituano.
às pessoas que viviam na Ucrânia e no Camboja.

aos próprios alemães.

Têm todos cá umas saudadinhas daquele muro...
quase tantas como as saudades que têm do Pol Pot.

domingo, 8 de Novembro de 2009

Coberta e Descoberta

Desprovida de preconceitos, pré-juízos
Desprovida de teorias, gostos, requintes!
Coberta de Sarcasmo, Ironia e Vastidão
Me dispo, Sozinha, nesta solidão!

Esta Cobertura que me faz Não sorrir
Não lutar, Não Amar, Não querer
Não desejar, Não ambicionar, Não poder
Esta cobertura de linho « fino e chique»
De solidão e amargura
que me fazem Não viver, Não pedir
Não colher, Não correr e não Partir

Tudo isto me faz Não descobrir
Mas Sim Chorar, Deprimir, Reclamar
Isto escrever, Isto teclar, Isto mostrar
A minha alma, Hoje, chora
Chora coberta de Morte
e Descoberta de Amor
Pelo Cravo que partiu, Num Adeus,
Numa simbiose de amor-ódio
Que me faz Sim Chorar, Não Sorrir,
Sim Sorrir, Não Chorar,

Aqui, sozinha, em pleno
Descoberta e com frio
Me cubro com a angústia
deixo cair meu longo cabelo
Cobrindo meu corpo Nu
Minha alma Vazia
Coberta e Descoberta
Sem Amor e Sem destino

Claudisabel

Paz&Espada


Uma Vida

A literatura do século XIX sempre foi uma das minhas preferidas, não só pelo conhecimento da sociedade de então, mas também porque nos permite ver, por um lado, de que forma o pensamento humano evoluiu, e por outro lado, como os dilemas de hoje são essencialmente os mesmos de há mais de cem anos atrás.
Há dias acabei de ler "Uma Vida", de Guy de Maupassant, que é o exemplo vivo do último caso. Além da espantosamente realista descrição dos pensamentos mais íntimos das personagens, é muito fácil imaginar esta história enquadrada nos nossos tempos. Os temas abordados - sonhos irrealizados, adultério, filhos que abandonam os pais, a morte dos entes mais queridos, solidão e dificuldades económicas - e a patética vida de Jeanne não são muito diferentes daquilo que conhecemos hoje em dia. Tal como no famoso livro "Madame Bovary", de Flaubert, o autor não procura encontrar um final feliz para as suas personagens, mas sim o final que acredita que se daria se a sua personagem existisse efectivamente. Maupassant e Flaubert, tal como muitos outros autores realistas (como o nosso Eça de Queirós), acabam por nos fazer acreditar que finais verdadeiramente felizes, na realidade, são muito raros.
Recomendado :D

Carne (Lobos)

Cada minuto que vivi

(e já me esqueço dos que nunca vivi)

é reflexo do lobo solitário que em mim habita,
Labirinto, ilustre labirinto, que me prende o corpo e me constrange ao longo da Natureza,
Meu corpo dissipa-se por entre meu sangue disperso em meu redor

(Lembro-me, um lobo tem que caçar)

O mundo é uma fábula, uma peça sem fim,
Ao qual o mais galvanizado dos homens geme pelo fim da tirania em seu próprio corpo.
A caça, luar a nossos olhos, é o que nos coage a assaltar outro coração,
Voracidade em nossas garras ao caçar e só nos fartamos quando, com nossos dentes, comemos as vísceras de outrem.

Degolamos, porque o desejo da caça é superior à humanidade que em nós reside.

(Lembro-me: um Lobo tem que caçar,
E a família reúne-se para meditar sobre os frutos da caça.
É dia de festa, todos os corpos se movimentam vagarosamente)

Remorso na esperança que nos leva à traiçoeira caça,
Fé nos olhos (verdes) que escarnecem o cadáver de outrem jazido a nosso lado,
Amamentamos deuses por entre ossos, carne putrificada e reminiscências.
Evocamos os nossos entes queridos e suas almas.
Após a caça, somos repetidamente humanos.

(Lembro-me, até um Lobo tem família)

As massas movem-se consoante as leis que as regem,
Cegas elas procuram o Bem-Comum,
Pura fantasia que as norteia. (O caos reina..)

(Lembro-me até um Lobo pode Amar)
Mas, amor de verdade?
Ou fantasia de amor?
Não vale a pena esculpir uma verdade,
Aqui me prostro, porque o amor de lobo tem tanto valor como o amor de cordeiro.

Somos Lobos? Todos?
(Cala-te, enfastias-me com tua prece!)

Abismo, até os Lobos têm um abismo (neles, não o coração, apenas e apenas só a Fome).

nota: originalmente aqui

"Contos Cardeais"_ Se tens jeito para escrever, Participa!

"Quem conta um conto acrescenta um ponto, lá diz o sábio ditado. Então, porque não seguir a voz do povo e acrescentar mesmo mais uns pontos à ficção nacional? Não deixe que os seus contos fiquem sem a voz da luz, calados no fundo da sua imaginação…

CONTOS CARDEAIS é uma manta à espera dos seus pontos… melhor, dos contos que há-de / deve escrever, para que as nossas letras sejam maiores e a sua verve criativa perdure, como manta que passa de geração em geração.



De Norte a Sul, do interior ao litoral, há muito quem conte, há muito quem possa contar aquele tal conto sem o qual haveria menos um ponto na cultura da nação. Atreva-se, pois, a dar o seu ponto… conto!



REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NA OBRA “CONTOS CARDEAIS”
A Mosaico de Palavras Editora vai organizar a publicação de uma antologia de contos, intitulada CONTOS CARDEAIS, a apresentar em Janeiro de 2010, aberto à participação de todos os contistas e prosadores, que se regerá pelas seguintes cláusulas.

1. O prazo de entrega dos textos será até 10 de Dezembro de 2009.
2. Os textos devem vir em suporte informático – Word, extensão .doc ou .rtf – e remetidos para geral@mosaicodepalavras.com; quando for realizada a inscrição, convém que o autor envie também um mail a informar que o fez.

3. Cada autor pode publicar um conto, que deverá ocupar entre uma página até um máximo de cinco, sendo que cada página corresponde a um conjunto de 1700 caracteres (incluindo espaços) ou 1400 caracteres (sem espaços).
4. A Mosaico de Palavras Editora reserva-se o direito de não incluir textos em função de critérios de qualidade definidos pela Editora.
5. A ordem de publicação obedecerá a um critério alfabético, sendo o primeiro nome a referência a seguir.
6. Os autores podem utilizar pseudónimo, embora devam identificar-se e o seu nome constar na breve biografia a incluir no livro.
7. Os autores devem enviar uma curta nota biográfica, que será publicada, no mesmo livro (máximo 400 caracteres, incluindo espaços ou 350 caracteres sem espaços).
8. O tema é livre.

9. O valor da inscrição é de 10 €, dando direito à publicação de uma página. Se o inscrito desejar publicar mais páginas, até ao referido máximo de cinco, deverá pagar mais 7 € por cada nova página.


Todos os participantes receberão, GRATUITAMENTE, um exemplar da obra. No caso de não ser possível a um autor estar presente na sessão de apresentação da obra, receberá o exemplar do livro em casa, via ctt, sem quaisquer custos de portes adicionais (desde que residam em Portugal continental).



O pagamento pode ser feito através de cheque (endossado à Mosaico de Palavras Editora, Ldª) para a morada:

Mosaico de Palavras Editora, Ldª

- Rua Comendador António Augusto Silva, 127, r/c – 4431-191 RIO TINTO

ou através de transferência bancária (pelo NIB 0035 0695 0069 963243042).

10. O preço de capa será definido em função do número de páginas que constituírem a obra.

11. Cada autor poderá comprar vários exemplares da obra com o desconto de 40% sobre o preço de capa. Contudo, sendo o autor associado do site Escritartes ou autor já publicado pela Mosaico de Palavras Editora ou pela extinta ArtEscrita Editora beneficiará de um desconto de 50%.

12. A obra estará disponível em vários pontos de venda, nomeadamente em pontos da rede FNAC de Lisboa e Porto.


13. Todos os textos serão alvo de revisão, com vista a apresentar um trabalho da maior qualidade possível, comprometendo-se, obviamente, a organização a nunca desvirtuar o original do autor.

14. A publicação apenas terá o formato de livro se houver pelo menos 30 participantes e a obra tiver pelo menos 96 páginas.


INSCRIÇÃO COMO AUTOR NA OBRA “CONTOS CARDEAIS”


Nome:

Pseudónimo:


Residente em:

Contactos:
Email:

Nº de Contribuinte (para posterior envio de factura):

Desejo inscrever-me como autor na obra CONTOS CARDEAIS, organizada e a ser publicada pela Editora Mosaico de Palavras.
com o seguinte número de páginas (colocar X)

10 € (1 pág)
17 € (2 págs)
24 € (3 págs)
31 € (4 págs)
38 € (5 págs)
--

mosaico de palavras - Editora, Ldª"

Mudam-se os tempos ou a prova de que a idade pode, raras vezes, tornar alguém mais libertino.

Sempre achei o meu Dicionário da Porto Editora bastante completo e, muitas vezes, consigo lá encontrar palavras que em mais nenhum outro consigo. É um enorme de capa vermelha e letras douradas, bem roto, numa de retro/deixa-andar/chique.
Ora, hoje, andava eu a folheá-lo, deparei-me com a seguinte definição:

Lesbianismo, s. m. aberração do instinto sexual na mulher que pratica actos sexuais com outra mulher (...).

Actualmente, o Dicionário da Porto Editora tem a seguinte definição:

Lesbianismo, s. m. homossexualismo feminino; prática de actos sexuais entre mulheres (...).

A edição do meu dicionário é de 1979. Este envelheceu sem se tornar num Velho do Restelo :)

Contextual determinants of juveniles’ willingness to report crimes

2ºartigo

Heike Goudriaan


Abstract: A growing body of literature on the willingness of victims to report crimes focuses on the context in which crimes occur. Recently, a socio-ecological model has been developed from which hypotheses on the effects of social context on reporting can be derived. This study tests these hypotheses using a vignette experiment, in which 499 juveniles read a description of a violent incident and answered questions on their willingness to report to the police or to an employee of the organization they belong to (here, their school). The effects of three factors were studied: the location of the crime, the extent to which victim and offender knew each other, and whether or not the offender was part of the same organization as the victim. Results show that the willingness to contact the police is lower when the incident takes place within the organization (cf. in the public domain) and when the offender is well known (cf. vaguely known), and that there is an additional negative effect when the incident takes place within the organization and the offender also belongs to the organization. The willingness to contact an employee is higher when the offender belongs to the organization and when the incident takes place within the organization. Implications of these findings and the advantages and limitations of the vignette approach are discussed.
 
o artigo em: